sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
CONLUTAS REGIONAL BAURU - USP de Bauru aprova Greve!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Noticias da greve
USP de Bauru aprova Greve!
Assembleia com ampla participação dos servidores do Campus da USP-Bauru, aprovou greve por tempo indeterminado.Juntando se aos servidores da Unesp em greve desde o dia 12.
Foi marcada nova assembleia para Quinta feira, dia 27 de Maio, com os servidores do Centrinho para ver a possibilidade de se somarem aos servidores da FOB e Coordenação(CCB).
terça-feira, 25 de maio de 2010
FUNCIONÁRIOS DA REITORIA ADEREM À GREVE; PRÉDIO DA REITORIA FICARÁ FECHADO!
Foto: Vagner Campos/Futura Press
Em assembleia realizada nesta terça-feira, 25 de maio, funcionários da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiram aderir à greve iniciada em 5 de maio pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp). A reitoria da instituição, que foi ocupada na manhã de hoje para realização de assembleia, também permanecerá fechada.
De acordo com Magno de Carvalho, o diretor de Base do Sindicato dos Trabalhadores da USP, cerca de 300 funcionários participaram da reunião, apenas um foi contra a greve. A situação no momento é tranquila e não há policia no local.
Os trabalhadores querem a reabertura das negociações com o Conselho de Reitores da Universidade de São Paulo (Cruesp). "Nós (professores e funcionários) primeiro tivemos um reajuste salarial de 6,57%, mas os docentes receberam mais 6% e mais R$ 400 de auxílio refeição, o que totaliza um reajuste de 21%", disse Magno de Carvalho.
OUÇA AS BARBARIDADES DITAS PELO REITOR DA USP EM ENTREVISTA (COMBINADA) COM A RÁDIO BANDEIRANTES
Nota da Coordenadoria da Associação dos Pós-Graduandos da USP/Capital (21 de maio de 2010).
Preocupada com a preservação do respeito mútuo entre a Reitoria da USP e as entidades representativas de professores, funcionários e estudantes, a APG-Capital vem a público enfatizar a necessidade de um efetivo e respeitoso diálogo no seio da comunidade universitária, tendo em vista que as últimas declarações do reitor da USP à imprensa só têm contribuído para agravar as tensões, tão prejudiciais às atividades de pesquisa dos pós-graduandos.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, em 8 de maio, o Reitor João G. Rodas afirmou haver “mercenários dentro da USP, de alta estatura e envergadura, amedrontando fisicamente as pessoas”. Depois, acrescentou: “o pessoal do sindicato, isso é comprovável, não são só eles, existem pessoas contratadas por eles às dezenas, que fazem, por assim dizer, grande parte do serviço sujo”. Dada a gravidade dessas e outras acusações, faz-se necessária a devida apresentação de provas, até então desconhecidas.
Durante a entrevista, os dois radialistas e o Reitor da USP passaram a nomear os funcionários em greve como “invasores” e “pessoas inescrupulosas” , responsáveis por “jogar o nome da USP no lixo”. Consideramos lamentável que o Reitor da USP tenha investido todo o seu poder e responsabilidade em uma estratégia de desqualificaçã o de seus opositores políticos, como já havia feito em artigo publicado na Folha de S. Paulo e em entrevista ao programa Provocações.
Na Rádio, o Reitor, mais uma vez, resolveu criminalizar os opositores e se reportar, genericamente, à “sociedade”: “peço que a sociedade verifique, mande ver, porque realmente nós estamos fazendo da Universidade de São Paulo os morros do Rio de Janeiro, guetos, e com o tempo, ficarão absolutamente impraticáveis, se é que já não estão”. A preconceituosa associação entre o crime e os morros do Rio de Janeiro, analisada e posta em questão há anos por diversas pesquisas de Ciências Humanas, torna-se ainda mais grave quando utilizada pelo Reitor da maior universidade do país com o intuito de questionar o legítimo direito de greve dos funcionários.
Chamamos a atenção para os graves efeitos de uma declaração de tal teor, emanada do mais alto cargo da Universidade. Além do já exposto, o Reitor da USP investiu, ainda, na instauração de um clima de medo, absolutamente estranho ao cotidiano da comunidade universitária, ao afirmar que a USP é “uma terra de ninguém” ou sugerindo até mesmo a instalação de uma placa na entrada da Universidade com os dizeres: “entre por sua conta e risco”.
Manifestamos o nosso repúdio à criação de um clima artificial de medo e insegurança, criado justamente pelo autor do parecer que autorizou a entrada da PM no campus. Desde que a Força Tática da Polícia Militar deixou a Universidade em 2009, após lançar bombas de gás sobre chefes de departamento, professores e alunos (grevistas e não grevistas), cessou-se, entre nós, qualquer motivo para insegurança.
Espera-se do Reitor da USP o cumprimento de suas responsabilidades como gestor público. Isto implica em uma posição ativa nas reuniões de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis, contribuindo para a sinalização de um meio termo capaz de dar fim à greve e permitir a reabertura das bibliotecas, dos restaurantes e dos demais serviços essenciais à pesquisa e ao ensino. O silêncio absoluto do Reitor da USP na última reunião de negociação, no dia 18 de maio, contrasta com a disposição manifestada em suas recentes declarações à imprensa.
Receosos de que a curta “era do diálogo” seja substituída por uma “era do medo”, a APG-Capital reafirma sua convicção de que a única saída existente para os conflitos no seio da comunidade universitária é a efetiva negociação e o efetivo respeito às diversas entidades representativas de funcionários, professores e estudantes.
APG/USP-capital
Associação dos Pós-graduandos da USP-Capital
INFORMATIVO ADUSP
Enquanto o Forum das Seis negocia, o Cruesp negaceia
Arrogância e desrespeito foram a tônica do comportamento dos reitores na reunião de 11/5
Vamos falar claro: na primeira reunião de data-base de 2010 entre Fórum das Seis e Cruesp, pouca negociação houve. A extensão do reajuste de 6% aos funcionários técnico-administrativos e a reivindicação da parcela fixa de R$ 200 foram peremptoriamente negadas; e foi comunicado o reajuste de 6,57%, correspondente à inflação de 5,07% medida pela Fipe, acrescida de 1,43% a título de recuperação de perdas.
A reunião foi caracterizada pela arrogância, intransigência e desrespeito, por parte do Cruesp, às falas dos representantes do Fórum. O presidente do Cruesp, reitor da Unicamp, monopolizou a pouca negociação e a muita negaça: do tempo de fala dos reitores, ocupou cerca de 85%, enquanto a intervenção do reitor da Unesp durou 14,9%. O reitor da USP limitou-se a concordar com as manifestações dos demais, em sua única intervenção durante toda a reunião.
O que afirmaram os reitores?
• os 6% aos docentes vieram para equiparar os salários de doutores e titulares aos salários das universidades federais.
Indagamos: e a “reestruturação da carreira docente”, que apareceu no comunicado nº 1 do Cruesp e foi várias vezes reiterada pelos reitores, que fim levou?
• no arquivo do Cruesp não há menção à isonomia salarial.
Os princípios da isonomia salarial constam do acordo de data-base assinado em 10/04/1991, pelo Cruesp e Fórum das Seis.
• o aumento da arrecadação do ICMS nos três primeiros meses de 2010, sobre igual período de 2009, não prosseguirá nos meses seguintes.
O Cruesp abandonou os R$ 59 bilhões previstos pelo governo estadual e adotou a previsão de R$ 61,2 bilhões, enquanto o Fórum, baseando-se em previsão de inflação de 5,5% e crescimento de 5% do PIB em 2010, prevê que a arrecadação chegará a R$ 63,2 bilhôes.
• a parcela fixa não cabe na filosofia do Cruesp, pois destruiria a carreira dos funcionários.
Perguntamos: os 5% de interstícios são sagrados?
Essa postura do Cruesp resultou numa radicalização e ampliação do movimento dos funcionários das três universidades, como resposta ao reajuste diferenciado concedido a professores e funcionários técnico-administrativos.
Os docentes das três universidades também mostram seu descontentamento com a quebra da isonomia, como exemplificam as assembleias da Adusp realizadas em São Paulo e Ribeirão Preto, que deliberaram:
1. Realizar, em 18/5, dia de mobilização com participação no Ato do Fórum das Seis;
2. Manifestar-se contra todas as medidas que atacam o direito de greve e criminalizam o legítimo direito de defesa dos interesses da categoria;
3. Propor ao Fórum a apresentação de contraproposta, na próxima reunião de negociação, em 18/5, reivindicando a extensão dos 6% aos funcionários.
NOTÍCIAS DO DIA
- Comunicado CRUESP anuncia o aumento somente para professores, disfarçado de "Reestruturação de Carreira"... (você sabia que os professores nem precisaram pedir este aumento?)
- Boletim do FÓRUM DAS SEIS: CRUESP permanece intransigente...
- Boletim do SINTUSP: Todos ao Ato na UNICAMP...
- GREVE - "O Exercício de um direito fundamental" - Parecer do professor de direito do trabalho - Prof. Dr. Jorge Luiz Souto Maior
- O "diálogo" de Rodas - Para inglês ver...
- Boletim SINTUNESP - Reitores insistem em discriminar os funcionários e mantêm proposta de reajuste diferenciado
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PRIMEIRO DIA DE GREVE EM BAURU!
Reunidos no Centro de Vivência do Campus de Bauru da USP, os funcionários em greve realizaram reunião para determinar os parâmetros de atuação dos grevistas, foram tratados assuntos relacionados à organização do movimento, realizadas reuniões com alguns setores da FOB e com alunos para esclarecer os motivos da greve e seus desdobramentos. Alguns funcionários decidiram participar do ato que será realizado na Unicamp no dia 25/05 a fim de chamar o CRUESP novamente à mesa de negociações com o Fórum das Seis, enquanto os demais participarão de reuniões com funcionários que ainda estão trabalhando.
ASSEMBLEIA APROVA GREVE NA USP EM BAURU
Em assembleia realizada no dia 24/05/2010, às 12:30h, no Quiosque do Centrinho-USP, contando com cerca de 100 funcionários das 3 unidades da USP em Bauru - FOB, HRAC e CCB - os funcionários aprovaram o ingresso do Campus de Bauru na greve deflagrada pelas três universidades paulistas - USP, UNESP e UNICAMP.
Decidiu-se pelo início imediato da greve pelos funcionários da FOB e CCB e estabelecido o prazo de 72 horas para que os funcionários do Centrinho estabelecem as equipes necessárias para a manutenção do atendimento aos pacientes, sendo agendada uma nova assembleia para quinta-feira, 27/05, para deliberação da adesão destes funcionários à greve.
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